Câmara Hiperbárica
Oxigenioterapia
O que é?
É um tratamento médico que consiste na inalação de OXIGÊNIO puro em uma câmara onde o paciente é submetido a uma pressão superior a da atmosfera.
A Oxigenoterapia Hiperbárica é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina, pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).


Quem se beneficia?
Qualquer pessoa que possua feridas (diabéticos, acamados, pós operatórios, etc) com ou sem infecção. Também se beneficiam portadores de condições inflamatórias.
- Cirurgia Plástica
- Gastroenterologia
- Infectologista
- Recuperação de atletas
- Traumatologia | Ortopedia
- Cirurgia Vascular
- Dermatologia
- Odontologia
- Neurologia
- Hematologia
- Oncologia
Como funciona?
Dentro da câmara, o paciente é submetido a uma pressão que eleva a oferta de oxigênio no sangue 20 vezes maior do que em ar ambiente. Nessas condições, o corpo responde com estímulo a produção de colágeno, redução de inchaço/edema, formação de novos vasos , reduzindo processos inflamatórios. Condições infecciosas também se beneficiam do tratamento, uma vez que inibem toxinas e microrganismos, podendo potencializar o efeito de antibióticos.


Produção de Colágeno
Menos edema/inchaço

Neovascularização

Melhor ação do antibiótico
Qual a duração de cada sessão?
Depende do motivo da sessão:
-prevenção
-tratamento agudo
-tratamento crônico.
Em geral, a duração da sessão varia de 60 a 120 minutos.

Como o paciente fica no interior da câmara?
Não é necessário o uso de máscaras ou capacetes.
O paciente respira o ar normalmente. Ainda é possível ver um livro ou assistir a séries, filmes ou televisão durante a sessão.
Tecnologia
Quem pode se beneficiar?
Confira algumas situações comuns
Cirurgia Plástica
Queimaduras
Recuperação e cicatrização de Lipoaspiração, Abdominoplastia, Mamoplastia
Retalhos ou enxertos de risco
Escara/úlcera de decúbito
Deiscência de suturas
Gastroenterologia
Doenças inflamatórias intestinais
- Crohn
- Colites
Traumatologia
Ortopedia
Osteomielite
Isquemias agudas traumáticas
- esmagamento
- síndrome compartimental
Necrose avascular óssea
Infectologista
Gangrena gasosa
Síndrome de Fournier
Celulite ( infecciosa)
Fasciites
Miosites
Lesões por aranhas / cobras / insetos
Erisipela Bolhosa
Infecção de Sítio Cirúrgico
Oncologista
Radiodermite
Osteoradionecrose
Lesões actínicas: Retite / Cistite
Cirurgia e Implantes em tecidos irradiados
Recuperação de atletas
Após cirurgia: para retomar atividades rapidamente
Após jogos/competições: recuperação muscular mais breve
Cirurgia Vascular
Lesões de pé diabético
Úlceras Venosas
Úlceras Arteriais
Úlcera por Vasculites auto-imunes
Lipedema
Linfedema
Reimplante de extremidade amputada
Dermatologia
Úlceras de pele
Lesões medicamentosas ou alérgicas
Dermatite atópica
Psoríase
Odontologia
Doença Periodontal
Osteonecrose de Mandíbula
Neurologia
Abscesso intracraniano
Radionecrose cerebral
Espondilodiscite
Hematolgia
Crise de dor falciforme
Úlcera falciforme
Recuperação de atletas
Após cirurgia: para retomar atividades rapidamente
Após jogos/competições: recuperação muscular mais breve
Quantas sessões são necessárias?
Quanto mais crônico o caso, mais longa será a necessidade de tratamento.
A definição do número de sessões é feita pelo prescritor responsável.
Contra- indicações absolutas
Uso de medicações / produtos:
- Doxorrubicina
- Bleomicina
- Dissulfiram
- Cisplatina
- Acetato de Mafenide
- Produtos a base de iodo
- Produtos derivados do petróleo / petrolato
Pneumotórax não tratado
Contra-indicações relativas
Não impossibilitam o tratamento, mas precisam ser analisadas caso a caso.
São exemplos: resfriados, sinusites, enfisema com retenção de gás carbônico, asma brônquica, bronquites, distúrbios convulsivos, febre alta, claustrofobia, história de pneumotórax espontâneo, histórico de neurite óptica, histórico de cirurgia torácica ou do aparelho auditivo, infecção viral, uso de marcapasso, hipoglicemia, pacientes com risco de edema agudo pulmonar.
Pacientes internados podem fazer?
Pessoas internadas podem sair do hospital, realizar a sessão e retornarem ao hospital.
Os pacientes que estiverem em casa podem retomar suas atividades normalmente após a sessão, incluindo dirigir.
O que posso sentir durante a sessão?
Com o aumento da sessão no interior da câmara, sensações semelhantes a um vôo são comuns, como: dor no ouvido, ouvido tampado, pressão no ouvido, zumbido.
Caso ocorra, você pode informar a equipe e ajustaremos os parâmetros para seu maior conforto.
No início da sessão, pode ocorrer um discreto aumento na temperatura e ao fim, um discreto resfriamento.
Vem conhecer algumas curiosidades
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